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“Se a caminhada está difícil, é porque você está no caminho certo.”

Tratamento Drogas

Quando as drogas ultrapassam a fronteira do lar, tornando um membro da família dependente químico, muitas vezes não se sabe o que fazer. Neste caso, a escolha correta muda tudo. O tratamento especializado deve oferecer um serviço com base nos mais avançados estudos científicos relacionados à dependência química.

A doença é tratada a partir das causas biológicas, psíquicas e sociais que levaram a pessoa a desenvolvê-la. O paciente deve ser acolhido por uma equipe de psiquiatras, clínicos gerais, psicólogos, nutricionistas, terapeutas, conselheiros em dependência química e professores de educação física que atuam de forma interdisciplinar, cuidando do ser humano como um todo. O tratamento reúne etapas importantes, como a desintoxicação, a psicoterapia, e a ressocialização, na qual o paciente é preparado para o retorno ao lar. Tudo isso está inserido em um projeto terapêutico, uma metodologia de trabalho exclusiva, que determina como cada profissional deve atuar no processo de recuperação e de tratamento de drogados.

Tratamento drogados – Organização de serviços de tratamento para a dependência química:
Foi no século XX que a dependência química foi realmente estudada, sendo considerada doença e não desvio de caráter. O A.A. foi a primeira proposta de tratamento. Após, o conceito de dependência evoluiu ainda mais, demandando novos tratamentos. Houve, portanto, a divisão da doença nas ordens biológica, psicológica e social.

O enquadre terapêutico é a composição do ambiente de tratamento, da equipe profissional e do tipo de tratamento. São os principais ambientes de tratamento, a saber:

1) Rede primária de atendimento à saúde: quem procura esse tratamento clínico geral são os dependentes não caricaturescos, aquele que não é o típico dependente. Aqui, utilizam-se intervenções breves. Geralmente, são de menor gravidade.

2) Unidades comunitárias de álcool e drogas: surgiu como alternativa ao tratamento estigmatizador (tratamento hospitalar). Utiliza-se de visitas domiciliares. A intenção é aproximar o serviço/tratamento da realidade do paciente.

3) Unidade ambulatorial especializada: trata-se de um centro multidisciplinar, composto por psicólogos, médicos, assistentes sociais, enfermeiros etc.

4) Hospital geral: é um espaço destinado ao tratamento inicial de desintoxicação e deve munir-se de informações sobre a dependência química para a motivação do tratamento. Cuida-se de um aconselhamento dos pacientes para buscar tratamentos mais duradouros e efetivos. A internação e a permanência são voluntárias.

5) Moradia assistida e albergue comum: proporciona um ambiente estável e protegido. Garante-se um teto para o dependente para que o mesmo possa buscar uma ressocialização, estudo e trabalho. Funciona como um sistema de hotelaria especializada. Promove-se a interação com os outros moradores.

6) Hospital psiquiátrico: não trata apenas da dependência, mas também das comorbidades. É preciso uma equipe especializada e capacitada.

7) Hospital-dia: permite todo tipo de abordagem dentro de uma perspectiva de atendimento multidisciplinar. É um tratamento que influi positivamente e com rapidez. A participação pode ser duradoura, frequente ou esporádica.

8) Grupos de autoajuda: caracterizam-se pelo A.A. e N.A. Baseia-se na afirmação cotidiana. Não há julgamentos ou interpretações. Trata-se de experiências repassadas. Utiliza-se a filosofia dos doze passos.

9) Sistemas judiciais: decorre de uma coordenação judicial. Uma contravenção executada sob efeito de álcool ou droga. No Brasil, chama-se de Justiça Terapêutica. É uma proposta onde a legislação seja cumprida com medidas sociais e tratamento às pessoas que praticam crimes porque são dependentes.

10) Empresas: o local de trabalho também pode se transformar em ambiente de prevenção e tratamento. As empresas, hoje, possuem programas para combater a dependência, com mensagens simples, objetivas e capazes de atingir diferentes grupos dentro da empresa.

11) Comunidades terapêuticas: surgiram como método de tratamento de soldados em trauma. Após, foram utilizadas como alternativa ao tratamento manicomial de dependentes. Ganhou nova roupagem e notoriedade com o surgimento do A.A. Hoje, as comunidades terapêuticas são tidas como tratamento comunitário altamente estruturado que emprega sanções, privilégios e prestígios determinados pela comunidade como parte de um processo de recuperação. Elas funcionam como crescimento e mudança individual, além de incorporar princípios comportamentais e sociais e fazer a reintegração social do indivíduo.

Tratamento drogados – Projeto terapêutico:
É desenvolvido um projeto terapêutico que busca, por meio de um treinamento de habilidades sociais, técnicas e estratégias especializadas levar o paciente a entender sua realidade interior, resgatar sua autoestima e, assim, se readequar à sociedade. Este projeto é o grande diferencial do tratamento, pois busca resgatar a saúde psíquica e emocional para motivar o paciente a refazer seu projeto de vida, adotando hábitos saudáveis e produtivos, com relações sociais estáveis. O projeto tem como base a terapia cognitivocomportamental, que parte do princípio de que o comportamento é moldado de acordo com o meio social, com base na personalidade da pessoa, a partir de sua percepção de si e do mundo. Em relação ao dependente químico, estas relações estão abaladas. A terapia cognitivocomportamental apresenta técnicas para reorganizar este funcionamento, favorecendo novos comportamentos que proporcionam prazer e bem-estar sem o uso de drogas.

O projeto terapêutico tem como objetivo a abstinência total do uso de drogas. Para que funcione, é aplicado em etapas por uma equipe multidisciplinar especializada.

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